SISTEMAS DE ARQUIVOS · LABORATÓRIO INTERATIVO

Explore a FAT16

Crie um arquivo. Siga os clusters. Decodifique seus metadados.

02 / Mapa dos clusters

Cada célula mostra o índice do cluster e o conteúdo FAT de 16 bits. Clique em um arquivo para destacar sua cadeia.
Livre · 0000Alocado · próximo / FFFFDefeituoso · FFF7Reservado
Selecione um cluster para inspecionar sua entrada.

03 / Diretório raiz

EntradaNomeBytes1º clusterClustersFolga internaAções

Excluir libera a cadeia e marca o primeiro byte do nome com E5. Os demais metadados permanecem até a reutilização da entrada.

04 / Entrada de diretório · 32 bytes

Clique em um campo para destacar os bytes correspondentes. Inteiros multibyte usam little-endian.

OffsetCampoBytesValor interpretado
FAT em hexadecimal · bytes em little-endian

Offset = índice do cluster × 2. Exemplo: o ponteiro 0003 é armazenado como 03 00.

Como interpretar a simulação

O diretório armazena o primeiro cluster e o tamanho do arquivo. A FAT armazena a sequência dos clusters; FFFF encerra a cadeia. Um arquivo vazio usa cluster inicial 0 e não ocupa clusters. A folga interna é a capacidade alocada menos o tamanho do arquivo.

0000: livre; 0001: reservado; 0002–FFEF: possíveis ponteiros (válidos apenas se existirem no volume); FFF0–FFF6: reservados; FFF7: defeituoso; FFF8–FFFF: fim de cadeia.

Modelo didático reduzido: os valores das entradas seguem FAT16, mas 48 clusters não constituem um volume FAT16 real. Não há setor de boot, segunda cópia da FAT, conteúdo de arquivos, subdiretórios ou nomes longos. Os metadados de criação, acesso e modificação são inicializados com a data informada. O campo de fração da criação usa unidades de 10 ms; as horas FAT têm resolução de 2 segundos e não armazenam fuso horário.

Referência: Microsoft FAT Specification.